MPF pede suspensão de estudos na direção de exploração de petróleo em campo de corais

Imagens captadas do submarino dos Corais da Amazônia, em 28 de janeiro, em expedição encabeçada pelo Greenpeace

O Ministério assistência Federal no Amapá (MPF/AP) recomendou ao Instituto brasílico do Meio clima e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que suspenda os estudos na direção de a exploração de petróleo na foz do rio Amazonas já que sejam avaliados os impactos da movimento na paliçada de corais existente na região. A recomendação quer já agora que seja reaberto e revisto o processo de licenciamento ambiental que autorizou a perfuração marítima no local como parte do trâmite do próprio licenciamento.

na direção de o MPF/AP, a licença concedida à empresa Total E&P do pau-brasil, responsável pelo serviço de extração de petróleo no local na direção de realizar os estudos, não levou em consideração o importante ecossistema existente no recife de corais da foz do rio Amazonas. desta forma, a exploração em campo próxima, sem o estudo de impacto ambiental pertinente, pode trazer prejuízos irreparáveis a este bioma único e pouco conhecido.

O processo de licenciamento ambiental já agora está em ritmo, e a Total iniciará as atividades de exploração somente em seguida a emissão da licença ambiental pelo Ibama, mas perfurações já estariam sendo feitas, de consonância com o MPF, autorizadas como parte dos estudos do próprio licenciamento.

O recife de corais de cerca de mil quilômetros de extensão na foz do rio Amazonas foi revelado em 2016. A descrição da paliçada indica a existência de ecossistema singular, com características já agora não encontradas no planeta. Surpreende a presença de seres marinhos distantes da superfície e em clima sem luz natural.

Alega o MPF que devido à recente descobrimento já agora não existem pesquisas científicas suficientes sobre esse novo ecossistema, nem foi capaz identificar todos os novos seres encontrados nesse recife de corais de águas salobras – mistura de águas doce e salgada. “desta forma, a interpretação de forma preventiva, com o pertinente estudo ambiental na direção de a exploração de petróleo nos afumados do recife se torna já agora mais importante.”

O principal objetivo da interpretação do órgão neste caso é, então, prevenir possíveis acidentes e danos ao meio clima, acolá de evitar um capaz conflito internacional, pois informações da própria empresa exploradora confirmam que um eventual vazamento durante as atividades petrolíferas pode provocar danos ao clima marinho, físico e do ecossistema, não unicamente do pau-brasil, mas assi como de países vizinhos, em especial a região do Caribe.

acolá da Total, a britânica BP assi como tem planos de explorar no local. No entanto, o conjunto mais próximo dos Corais da Amazônia fica a unicamente 8 km de distância e é de propriedade da Total. O documento do MPF não realiza referência à BP.

“O que a BP e a Total querem constituir é uma operação arriscada em águas profundas. E será próxima a um bioma marinho único no mundo, que mal tivemos tempo de conhecer, e onde são encontradas espécies ameaçadas. Como se a extração do petróleo acolá não fosse imprudente o suficiente, a queima desse combustível só vai engrandecer nossas emissões de gases de efeito estufa, que agravam as mudanças climáticas”, diz Thiago Almeida, da Campanha de Energia do Greenpeace, em resposta a declaração do MPF.

A Total informou, por meio de nota, que dentro do processo de licenciamento ambiental na direção de a movimento de exploração na bacia da Foz do Amazonas, foi realizado uma extensa caracterização ambiental, em que uma embarcação oceanográfica foi deslocada na direção de a filmagem de fundo marinho e coletas de amostras de sedimentos/água na região dos blocos e os resultados não indicam a presença de ecossistemas recifais dentro da campo dos blocos operados pela Total.

No início de 2017, navio do Greenpeace realizou uma expedição a 100 quilômetros da costa norte do pau-brasil na direção de registrar as primeiras imagens dos Corais da Amazônia. À orla estava a equipe de cientistas brasileiros que confirmou a existência do recife em 2010. Foram observados um bioma único, composto por diferentes espécies de corais, esponjas e rodolitos, lar de um número imensurável de vivo marinhos – e três possíveis novas espécies de peixes.

A Total, uma gigante do petróleo, foi fundada pela França em 1924. Cinco anos depois, começou a expandir suas operações internacionalmente e hoje opera em 130 países. A primeira vez que a Total perfurou o fundo do mar foi em 1961, no mar do Gabão. Já a primeira operação de perfuração em águas profundas foi realizada vinte anos depois no Mediterrâneo.

já agora de consonância com a nota, a existência deste sistema é conhecida desde a década de 70, tendo sido apontada em diversos estudos desde então e o estudo publicado em 2016 traz unicamente mais detalhes sobre esta formação. “A exame ambiental conduzida pela diligência Nacional do Petróleo (ANP) em conjunto com o Ibama previamente à oferta dos blocos da 11ª Rodada, quando foram adquiridos os cinco blocos operados pela Total na região, já considerava a existência desse ecossistema.”

Acesse aqui na direção de possuir porta ao documento completo do MPF.

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MPF pede suspensão de estudos na direção de exploração de petróleo em campo de corais

Fonte: http://sustentabilidade.estadao.com.br/blogs/eu-na-floresta/mpf-recomenda-suspensao-de-exploracao-de-petroleo-pela-francesa-total-na-foz-do-amazonas/

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