depois seis anos em cativeiro, peixes-bois são levados no sentido de lago em Manacapuru | Amazônia | Acritica.com | Amazônia – Amazonas

O novo local funciona como um semi-cativeiro dantes de serem soltos na natureza. A ocupação realiza parte de programa promovido pelo Inpa

depois viverem cerca de seis anos em cativeiro, 12 peixes-bois jovens e adultos serão levados do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) no sentido de um lago, no semi-cativeiro, em Manacapuru, a 68 quilômetros de Manaus, no sentido de futuramente serem soltos na natureza. A translocação dos vivo, sendo sete fêmeas e cinco machos, terá início na madrugada da próxima terça-feira (15) e prosseguirá na quarta e quinta, 16 e 17, quando serão levados quatro vivo por dia.

Prevista no sentido de iniciar por volta das 3h30 da manhã, a obra envolverá cerca de 10 colaboradores, entre pesquisadores, veterinários, tratadores e técnicos do Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA/Inpa). A saída no sentido de Manacapuru, via terrestre, será às 5h da manhã e o retorno está previsto no sentido de às 12h do mesmo dia.

A ocupação realiza parte do Programa de Reintrodução de Peixes-bois da Amazônia, coordenado pela pesquisadora do Inpa, Vera Silva, líder do LMA, e conta com o esteio do Projeto Museu na Floresta, uma parceria entre o Inpa e a Universidade Kyoto, do Japão.

Segundo o responsável pelo Programa, o biologista e mestre em Biologia de água Doce e Pesca Interior pelo Inpa, Diogo Souza, as obra tiveram início em 2008 e já ora já foram devolvidos no sentido de a natureza 12 vivo. Souza conta que no início a reintrodução era feita diretamente do cativeiro no sentido de o espaço natural, mas percebeu-se com os resultados iniciais que os vivo tiveram dificuldades de se readaptarem à natureza.

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“Desde 2011 implementamos uma nova etapa, chamada de semi-cativeiro, em Manacapuru”, diz o biologista. “É um lago semi-natural de piscicultura com 13 hectares de extensão (equivalente à campo do luco da Ciência do Inpa, em Manaus) e profundidade média de 2 metros, que detém as condições ideais no sentido de a readaptação gradual dos vivo ao espaço natural”, destaca.

Segundo o biologista, nesta fase intermediária, os vivo podem se nutritivo sozinhos e terem a oportunidade de manter contato com outros peixes-bois, já que chegam ao Inpa também filhotes. “Este é um grande contrariedade, pois eles chegam aqui, no Instituto, filhotes e muito debilitados depois serem resgatados da investigação ilegal”, diz Souza.

Na opinião do responsável pelo Programa de Reintrodução de Peixes-bois da Amazônia, esta é a fase mais crucial no sentido de a sobrevivência dos vivo – a do creche. “Mas depois que passam dessa fase, se o material tem evento na reabilitação, permanece no cativeiro por um período de já 6 anos”, diz Souza.

depois serem selecionados no cativeiro é feita a etapa de translocação no sentido de o semi-cativeiro, onde permanecem por pelo menos um idade. Lá, são feitas capturas anuais, geralmente, em outubro, no sentido de computar as condições físicas dos indivíduos. A partir daí, os mais aptos são selecionados no sentido de serem devolvidos à natureza.

*Com informações da assessorado

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Fonte: http://www.acritica.com/channels/governo/news/apos-seis-anos-em-cativeiro-peixes-bois-sao-levados-no sentido de-lago-em-manacapuru

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